Profundidade da Experiência: A caverna e o ser.

          Assim como formamos civilizações que se espalharam pela Terra, existem muitas espécies convivendo bem longe de nossa vista. Nossa atenção voltada somente para a casca, a superfície da Terra aonde habitamos, nos limita, e quanto mais direcionamos atenção somente para nosso lado, limitamos nossa perspectiva da vida, nos afastamos de nossa natureza mais primal, de necessidades básicas para qualquer ser humano: sentir o sol na pele, olhar para o céu, sentir o cheiro das coisas, “dar um tempo” no seu dia e só observar.

         É curioso que, prestando atenção só no que está ao nosso redor e em nossas rotineiras tarefas, não nos transformamos em pessoas mais concentradas, ao contrário do que possa parecer, mas acabamos em uma sociedade alienada ao ignorar o que não faz parte de uma rotina e de respostas previsíveis, nos prendendo, por escolha, a um só modelo de possibilidade de viver.

         Assim, fica mais fácil estranhar, questionar antes de experimentar.  Volta e meia alguém me pergunta: O que você vai fazer no “mato”?! Da mesma forma, me vem na cabeça: De onde você tira sua energia produtiva, convivendo apenas na artificialidade e com a poluição de uma cidade? Duas sentenças para dois pontos de vista.  A médio prazo as sensações deixam de se estabelecer, não nos comovemos mais, perdemos a sensibilidade prática de experienciar as sensações do tato, paladar, olfato, audição e muito da visão. A nossa curiosidade não pode ser extinguida pela nossa rotina… experimentar estar no lugar de onde viemos  é um presente que nos faz sentir o poder e a energia  da natureza.

          Tentando ver o mundo em uma nova perspectiva, quis me aprofundar na Terra para descobrir novos mundos dentro do nosso mundo, através das cavernas. Pouco se fala em cavernas em um país riquíssimo nessas formações, e o estado de São Paulo possui um grande número delas em áreas protegidas, como o Petar, Intervales e outros diversos.

         A vez foi da Caverna do diabo, no município de Eldorado, que fica no sul do estado de São Paulo.

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        O ar é outro: a umidade da floresta densa do entorno faz o calor do lado de fora ser mais forte, mas, ao entrar, este ar quente que queria nos abraçar se transforma em frescor, o corpo vai se percebendo mais e o som das águas do ribeirão que passa por seu interior ajudam a encontrar uma sensação de tranquilidade.

          A Terra se comporta de forma enigmática fora de nossa jurisdição: uma caverna se forma quando água ácida penetra no solo, entra em contato com rochas calcárias e as dissolve, formando “ocos” no relevo.Caverna2

         Já de cara, uma perspectiva dos grandes salões da caverna mostra porque a Caverna do  diabo é a maior do estado: o teto e o chão tentam se tocar e, em alguns pontos chegam a formar colunas: junção das estalactites (aquelas formações do teto que descem pelos sedimentos e umidade) com as estalagmites (as formações do chão desenvolvidas pelos pingos de água e sedimentos que caem das estalactites). A espeleologia é a ciência que estuda essas formações chamadas de espeleotemas e existe um grande número de diferentes tipos de espeleotemas pelo comportamento da Terra ao longo dos anos.

          A Caverna do diabo possui 8km de extensão, mas somente 10% dessa área é livre para exploração de pessoal não capacitado a enfrentar passagens estreitas, animais nativos das reentrâncias e falta de luz. A parte restaurada para o público em geral é iluminada e evidencia todas as suas cores e magnitude de forma acessível. É absurdamente incrível estar em um lugar cuja formação de fato se deu há milhões de anos, gota a gota, através das eras. E nós, donos da nossa pequena parcela de tempo, temos o privilégio de poder conhecer maravilhas como estas. Não é sábio escolher a urbanidade como 100% de nossa vivência na Terra, existindo tantos acessos que nos ligam à nossa natureza mais ancestral.

 Quer experienciar este contato?

 Próxima saída: 14 de outubro. Sábado.

R$160 incluso transporte executivo ida e volta, guias credenciados, ingresso do parque e seguro viagem. Clique abaixo para mais detalhes do roteiro:

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Pirapitinga: trilha e cahoeiras

É incrível o que um belo banho de cachoeira pode fazer, recarregar a energia da alma para iniciar uma nova semana, ainda mais na bela trilha da Pirapitinga em São Luiz do Paraitinga, na beira da serra do mar, quase caindo para Ubatuba. Em um oásis de preservação da Mata Atlântica em meio ao Parque Estadual da Serra do Mar, Núcleo Santa Virgínia, o rio Paraibuna e Ipiranga acompanham a trilha em forma de ferradura de 5,6km, onde em boa parte do caminho conseguimos escutar as várias quedas d’água e os pássaros. A navegação na trilha é bem tranquila e em alguns pontos escadas e corrimões de madeira auxiliam em algumas subidas.

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A sede do parque fica no Km 78 da Rodovia Oswaldo Cruz e depois de uma estrada persistente de terra chegamos à recepção de visitantes. Um local bem bonito mas fica devendo um restaurante, como é um Parque Estadual, não é permitido comércio, portanto leve seu lanche pois o parque fica distante de restaurantes. Vale a pena também depois da trilha, dar uma esticada até São Luiz do Paraitinga em seu centro histórico veja mais aqui

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Um guia local nos recebe e depois de um belo aquecimento, partimos atrás das belas cachoeiras do parque.

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Pirapitinga

A trilha leva esse nome porque os rios Paraibuna e Ipiranga possuem essa espécie de peixe comum em água doce chamado de Pirapitinga. Em alguns poços para banho conseguimos nadar junto com eles. Outro animal fácil de encontrar é o sapo pingo de ouro. Minúsculo, acaba aparecendo pela sua cor.

Cachoeiras

Visitamos a cachoeira das Andorinhas, paramos para banho na cachoeira do Saltinho que possui um remanso que permite nadar tranquilamente com água na cintura, e no Salto Grande, que é absurdamente linda, com um enorme volume d’água, o seu som impõe respeito e seu tamanho nos deixa pequenos. Caminhando pelas rochas, observamos várias gargantas (pontos de afunilamento da cachoeira) e quedas largas abertas, respingantes. Em um ponto de remanso perto do Salto Grande também é possível nadar junto com as Pirapitingas.

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Venha conhecer a Pirapitinga com a Arterra Turismo.

Clique no banner abaixo e confira nosso roteiro. Poucas vagas!

Dia 25/11 – Sábado

Saída do metrô Tietê

R$ 120 com transporte executivo, guia de turismo, guia local, ingressos do parque.

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Adventure Sports Fair 2017

Um dos eventos mais bacanas de aventura na cidade está de volta para a 18ª edição em 2017 neste fim de semana dias 27, 28 e 29 de outubro e reúne marcas, destinos, agências e aventureiros de toda a América Latina no São Paulo Expo no km 1,5 da Rodovia dos Imigrantes. Desde 1999 vem atraindo cada vez mais adeptos de fãs de atividades com uma boa dose de adrenalina e para aqueles que querem conhecer mais e iniciar nesse território de muita emoção.

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Foto: São Paulo Expo

Como funciona a feira?

Produtos: Os consumidores têm a chance de conhecer e testar os lançamentos de produtos, equipamentos, vestuário, calçados e acessórios para os esportes de aventura.

Destinos: Neste setor, o visitante tem acesso à itinerários tradicionais e exclusivos, com destino para viagens de aventura e ecoturismo. A exposição conta com a participação de vários estados brasileiros e dos principais roteiros internacionais.

Atrações: O ponto forte do evento é permitir a primeira experiência para os novatos e a maior interatividade do público com os esportes de aventura. Os visitantes podem vivenciar diferentes modalidades, como: snowboard, esqui, mergulho, arvorismo, escalada, caiaque, stand-up paddle, skate, slackline e highline, ciclismo e ainda realizar test drives com veículos off road (carros e motos).

Conteúdo: Palestras e oficinas para quem busca especialização ou quer aprender algo a mais sobre viagens, expedições, destinos, modalidades esportivas e tudo o que se refere ao mundo da aventura.

O que vou aproveitar?

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Foto: Parede escalada 2016

Arvorismo
Você gosta de adrenalina? Então teste o seu equilíbrio e experimente o circuito de arvorismo que a Adventure preparou para você. Só não vale ter medo de altura!

Parede de Escalada
Você é daqueles que tem concentração, paciência, equilíbrio e resistência? Então venha se aventurar na nossa parede de escalada. Com o suporte dos condutores treinados, você poderá superar seus limites e chegar ao topo da parede de 7,5m altura!

Pista de Snowboard & Ski
Já pensou em esquiar no Brasil, em São Paulo? Se você deseja ter o primeiro contato com o esporte ou aperfeiçoar movimentos já praticados, este é o lugar ideal! Aqui você escolhe descer como quiser pelos 35m da pista! De pé ou sentado, sozinho ou acompanhado. Mas claro, sempre com a orientação dos nossos profissionais!

Tanque de Mergulho

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Foto: Tanque de mergulho 2016
Uma das atrações preferidas do nosso público é o tanque de mergulho! Com 32 mil litros de água aquecida e tratada com ozônio, você poderá ter a sua experiência com cilindro debaixo d’água. Se você não tem certeza como utilizar esse equipamento, não se preocupe. Os nossos instrutores vão mostrar alguns vídeos e te dar toda a explicação que você precisa. A atividade dura em torno de 15 a 20 minutos e não é necessário trazer toalha ou troca de roupa.*

*Esta atração poderá ser praticada por crianças acima de 8 anos. Respeitando as normas de segurança, os pequenos de 8 a 10 anos poderão participar, mas com um responsável e apenas na superfície.

Piscina de Remada (stand-up paddle e caiaque)
Os esportes aquáticos também terão presença na 18ª Adventure Sports Fair. Você poderá testar o seu equilíbrio e agilidade ao experimentar as experiências com caiaque e stand-up paddle em nosso tanque de 90m³, com destaque para a disponibilidade de uma prancha transparente da CR Acrílicos, que reproduz a sensação de ver o fundo do mar durante a atividade.*

*Cuidado para não se molhar! Para esta atividade, a ASF disponibiliza toalhas para quem precisar.

Pista de RC
Uma competição de carrinhos de rádio controle vai invadir a #ASF2017. A Bardahl vai disponibilizar duas pistas e quatro carrinhos para a diversão dos visitantes, que também poderão trazer seus próprios veículos de radio controle para aproveitar o espaço. Haverá uma pista de test-drive para aprender como controlar os mini-veículos, além da pista de 120 metros, disponível para ser usada por todos após a competição.

NOVIDADES 2017 :

Simulador de Surf!
Atração indoor, inédita em feiras, fará a alegria de surfistas, skatistas, wakeboarders e snowboarders. Este ano, além das tradicionais atrações, a Adventure contará com uma super novidade: o simulador de onda em lâmina d’água, um equipamento que permite o surf indoor. Trata-se de um equipamento que movimenta a água em sentido contrário ao esportista a até 36km por hora e permite a sensação de estar surfando em uma onda de verdade! Wakers, skatistas e snowboarders vão adorar. Para quem nunca tentou a atividade, vale a pena se aventurar!

Lembre-se de trazer uma troca de roupa e vir de bermuda e camiseta!

Triciclo Gigante
Para tudo! O maior triciclo do Brasil circulará pela área externa do São Paulo Expo. A máquina da Treme Terra de 3,05m de altura, 2,8m de largura e 6,4 metros de comprimento pesa em torno de 5 toneladas começou oferecendo equipamentos para treinamento de soldados e atualmente é uma das revendedoras de produtos outdoor multimarcas para aventureiros, também trará parte da sua frota laranja para a feira. Criado e produzido por Boby, agricultor de Cosmopólis (SP), a atração irá surpreender os visitantes, que poderão checar seus detalhes de perto e registrar imagens de impressionar.

Asa Delta
E não podia faltar uma atração nas alturas, a asa delta! Sem custo adicional, o visitante poderá sentir a sensação de estar voando à 40m de altura e observar lá de cima tudo o que a Adventure Sports Fair preparou para não faltar adrenalina e diversão. Em um circuito 360º que inicia no solo, você pode optar por curtir esse momento sozinho ou acompanhado!

Queda Livre
Esse ano tem muita emoção! Quer curtir aquela sensação de frio na barriga? Então aproveite a nossa atração de queda livre operada com o equipamento quickJump, a nova opção da feira que proporciona uma sensação real de queda livre, seguida de desaceleração e aterrissagem controlada.

Bag Jump

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Foto: Bag Jump
Já sentiu vontade de se jogar lá de cima sem se preocupar com a queda? Então o bag jump é a atração ideal para você. Venha liberar todas as suas energias e sentir essa liberdade com a gente!

IMPORTANTE: As atrações são gratuitas mediante a compra do ingresso.

Ingressos:

http://www.adventurefair.com.br

Valor: entre R$ 30 até 26/10 e R$ 35 na porta.

Visite:

De 27 a 29 de Outubro de 2017

Sexta-feira: das 12 às 20 hs
Sábado: das 10 às 20 hs
Domingo: das 10 às 19 hs

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Quer mais?

Venha para o Rafting na Arterra, clique no banner e conheça nosso roteiro:

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Rafting para quem não sabe nadar

 

BOTÃO

Por incrível que pareça, o rafting traz muita segurança apesar de ser uma atividade de aventura. O esporte que teve sua origem no século XIX no estado do Colorado nos EUA, e consiste em descer as corredeiras de um rio em um bote inflável com auxílio de remos, a prática ganhou adeptos no mundo todo, e com percursos divididos em “classes” de nível de dificuldade, ficou interessante para não só esportistas, mas para turistas que gostam de uma emoção a mais. O esporte, assim como o rapel e algumas outras modalidades mais radicais, não necessita de treinamento muito extenso, e não é necessário saber nadar, pois todos no bote usam colete salva vidas, basta ter algumas noções de comandos para aproveitar ao máximo a aventura. No Brasil a atividade começou no rio Paraibuna no estado do Rio de Janeiro em 1982 e por nossos vários rios com correnteza, está presente em diversos estados.

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Foto: Brotas, Arterra Turismo na edição passada. Equipe da Alaya.

Classes, os níveis de dificuldade do rafting:

Classe I: Para novatos. A correnteza é leve, com poucos obstáculos. Podem haver pequenas ondas.

Classe II: Para iniciantes. Corredeiras fáceis com ondas acima de 1 metro de altura e largura, lisas e estáveis. Canal aberto com caminhos óbvios. Há necessidade de conhecimentos básicos.

Classe III: Para intermediários. Corredeiras com ondas altas e irregulares, passagens estreitas que requerem manobras mais complexas. Fácil de capotar.

Classe IV: Para avançados. Corredeiras geralmente longas e difíceis, com passagens que requerem manobras precisas em águas muito turbulentas.

Classe V: Para avançados. Corredeiras extremamente difíceis, muito violentas e geralmente longas. Passagens obrigatórias. Os participantes que querem descer devem ter experiência em resgate. Deve-se montar sempre um esquema de segurança com os companheiros nas margens do rio nos pontos mais perigosos, todos munidos de equipamentos de segurança como cordas de salvamento e mosquetões.

Classe VI: Para extremos. Dificuldades iguais aos da classe V, mas com condições de navegabilidade extremas. Deve ser descida apenas por equipes altamente experientes e todas as precauções devem ser tomadas.

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Foto: momento do treinamento. Juquitiba Canoar.

Equipamentos:

Bote: Um bote inflável com capacidade entre 5 e 6 pessoas;

Remos: Utilizado por todos os participantes que seguem os comandos do instrutor que vai na popa (parte de trás) do bote;

Colete Salva-Vidas: obrigatório para todos os participantes, dá tranquilidade na descida;

Capacete: ajuda muito no caso do colega de bote estar animado demais e querer erguer o remo na sua direção.

Comandos:

Frente: todos remam impulsionando o bote para frente, ganhar velocidade.

Trás ou ré: todos remam impulsionando o bote para trás, frear.

Piso: Normalmente sentamos na borda do bote fincando os pés para dentro, nesse comando, sentamos no chão do bote para passar em uma corredeira mais íngreme.

 

E se o bote virar?!

Muitas vezes o bote vira de propósito mesmo, nas corredeiras em circuitos comerciais (turísticos), os instrutores são sempre muito experientes e tem um conhecimento considerável das corredeiras em diversos períodos do ano, na cheia e na baixa, assim, as chances de virar sem ser proposital, são muito remotas, mas ainda assim, todos protegidos pelo colete e pelo capacete, é só aguardar o bote vizinho te puxar da água. Sempre há mais de um bote saindo em um percurso para garantir a segurança de todos.

Vamos por em prática?

Estou vendo que já está confiante com esses comandos e está pronto para conhecer seu próximo percurso, aqui vão algumas dicas para você aproveitar essa invenção viciante que é o rafting:

 

Juquitiba-SP: A 77km de São Paulo, uma ótima pedida para quem está iniciando no rafting no rio Juquiá, a distância de SP ajuda porque é bom chegar cedo entre 8h e 9h da manhã para curtir o percurso que varia entre 6 e 7,5km em 2:30hs no rio com o opcional do “Pulo na Ganganta” já que adrenalina pouca é bobagem, para quem quiser, tem a opção de pular em uma corredeira com um alto volume de água para ter a sensação do poder das águas. Recomendo, apesar de parecer assustador, é muito seguro.

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Foto: Juquitiba. Canoar.

Brotas-SP: Cidade mais distante de São Paulo há 250km, guarda um dos percursos mais bonitos e longos do estado, 9km de pura emoção classe IV no rio Jacaré Pepira, ainda conta com uma tirolesa no meio do caminho que passa por cima de uma super queda d’água, vale muito a viagem, no local, pousadas em sítios oferecem outras atividades como escalada, arvorismo, boia cross, trilhas e outros. Vale passar o fim de semana.

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Foto: Brotas: equipe da Alaya.

Socorro-SP: o rio do Peixe a 133km de Sampa, traz um percurso incrível  de 7km e possui diversas opções de parques com diversas atividades e pousadas para curtir o fim de semana.

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Foto: Socorro: Equipe Canoar.

São Luiz do Paraitinga-SP: a bela São Luiz, a 174km de São Paulo, conhecida pelo seu patrimônio arquitetônico possui também ótimas trilhas e percursos profissionais de rafting. O Núcleo Santa Virgínia do Parque Estadual da Serra do Mar, abriga os percursos de diferentes classes, O Palmeiras, mais curto com 5km, o Brás Adão com 10km ambos com classe III e IV e o Santa Virgínia com 10km mas com trechos de classe IV+.

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Foto: São Luiz do Paraitinga. Equipe Montana. 

Extrema-MG: A 110km de São Paulo, o rio Jaguari possui várias corredeiras de nível IV e V, boa para quem já fez rafting pelo menos uma vez.

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Foto: Extrema: Equipe Radix.

Agora é só lembrar do protetor solar, roupa extra porque vai molhar e nada de calçado aberto, vai de tênis para poder. Para crianças a partir de 6 anos dependendo da classe do rio.

Venha com a Arterra e economize! Clique no botão abaixo e conheça nosso roteiro:

BOTÃO

 

Descendo a Serra do Mar à pé

BOTÃOÉ inesperado pensar na ideia de descer a Serra do Mar com seus 700m de altura a pé, e ainda descobrir profundamente a história do nosso país. Tudo começa na rodovia SP 148 depois de deixar a rodovia Anchieta, a atmosfera muda, poucos carros, muitos ciclistas aproveitando o pouco fluxo e no trajeto, vamos margeando o Riacho Grande até chegar ao portal do Parque Estadual da Serra do Mar Núcleo Caminhos do Mar, onde é bom fazer uma parada estratégica para banheiro e depois aquele aquecimento e alongamento para caminhar os 9km de descida. A princípio a distância pode assustar, mas em terreno asfaltado, na descida (todo santo ajuda) e fazendo diversas paradas para conhecer o importante patrimônio arquitetônico que esse caminho oferece, a caminhada parece razoável e não pesada.

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Foto: hora de alongar

A Estrada Velha de Santos ligava a nossa São Paulo a cidade de Santos, onde hoje é a cidade de Cubatão, sendo a continuação da longa Rua Vergueiro, que inicia no bairro da Liberdade e vai até o Sacomã, porém continuando em seu percurso, vai se transformando na rodovia Anchieta e logo na SP 148 descendo a serra em curvas sinuosas, caminho onde Roberto Carlos tirava onda passando com seu calhambeque na época em que o acesso para carros era permitido. Devido à estrada ser muito sinuosa e estreita, foi fechada para carros e hoje atende a quem quer conhecer a cada passo as belezas dos muitos mirantes que em dias claros é possível contemplar e perceber toda a cidade de Cubatão, boa parte de Santos e São Vicente.

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Foto: Surpresas da serra. 

Por dentro da Mata Atlântica, cada curva pode gerar uma surpresa, desde uma paisagem de cair o queixo, como o encontro com diversos animais da região como preguiças, quatis, esquilos, preguiças e outros, além das belas aves que fazem a trilha sonora da caminhada. Dentre os monumentos do caminho estão a Calçada do Lorena (1792), primeiro caminho pavimentado com rochas ligando o planalto ao litoral e pelo conjunto de oito monumentos históricos construídos em 1922, em comemoração ao centenário da Independência do Brasil.

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Foto: Rancho da Maioridade.

Na década de 1970, os monumentos foram tombados pelo CONDEPHAAT – Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo e graças a grande riqueza natural e histórica, a área foi declarada pela UNESCO – Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura como Reserva da Biosfera da Mata Atlântica. O núcleo Caminhos do Mar, aberto em 2004 abriga um pequeno museu de imagens e uma maquete para termos as dimensões da grandiosidade da serra e do trabalho que foi construir esse caminho que descortina paisagens incríveis.

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Foto: Panorama aéreo da Estrada Velha. 

No fim do percurso, com muitas histórias para contar em Cubatão, costumamos seguir mais adiante até encontrar o mar, dessa vez com a ajuda do ônibus que nos leva até um restaurante de frente para o mar em Santos, afinal, o percurso da Estrada tem o objetivo de nos levar até o mar.

Venha conhecer pessoalmente esse roteiro. Reserve através do botão:

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Parque das Neblinas em Mogi

Tem dias em que é necessário se desintoxicar da cidade e dar aquela renovada nas energias, aí fazendo uma conta rápida, a gente pensa: umas 3hs de viagem, achar um guia local para fazer uma trilha, o carro, a gasolina, o pedágio, mais um tempo para pesquisar isso tudo, ok vou no Ibira de novo…Para descomplicar essa saga vamos te mostrar um lugar bem perto de Sampa e com uma super estrutura para fazer seu dia ser mais feliz, é o Parque das Neblinas, entre Mogi das Cruzes e Bertioga. A ideia é passar o dia no parque pois são várias opções tanto na terra como na água para aproveitar, e sua bike é bem-vinda aqui, alguns roteiros de cicloturismo para aproveitar e dar aquela animada no seu findi.

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Foto: Rio Itatinga

O Parque das Neblinas

O Parque das Neblinas é uma reserva de uso sustentável de mais de 6 mil hectares, em propriedade da Suzano Papel e Celulose, onde são desenvolvidas atividades de visitação, educação socioambiental, pesquisa cientifica, manejo florestal e relacionamento comunitário, com o objetivo de contribuir para a conservação da Mata Atlântica. A gestão é feita pelo Instituto Ecofuturo, que atua em projetos nas áreas de meio ambiente e educação, realizando articulações entre a sociedade civil, o poder público e o setor privado, para a expansão da consciência socioambiental.

O Parque é reconhecido como Posto Avançado da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica e do Cinturão Verde da Grande São Paulo, pelo Programa Homem e Biosfera da UNESCO.  A reserva protege importantes remanescentes florestais, conserva a bacia do rio Itatinga e promove a restauração do ambiente com estratégias de desenvolvimento social, somando esforços para a conservação da Mata Atlântica e sua biodiversidade.

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Foto: Entrada do Parque

Atividades do Parque

Todas as atividades são tarifadas e devem ser previamente agendadas, possuem dias específicos para acontecerem.

Trilhas

São 5 trilhas pela Mata Atlântica que podem ser feitas sem guias por serem de fácil acesso, variando de 30min a 4hs de percurso. As trilhas são lindas, margeando o rio Itatinga e uma delas passa pela famosa ponte suspensa do parque, que dá uma emoção a mais para o percurso. Sábado e domingo das 8h30 às 17h

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Foto: A ponte suspensa

A Trilha do Mirante é a mais longa do parque com 11km, feita somente com monitores do parque em grupos pré formados,  em dias mais abertos, é possível observar a cidade de Bertioga e o mar do alto. Terça a domingo das 8h30 às 17h

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Foto: Bertioga do alto

Canoagem

A bordo de caiaques infláveis, os participantes percorrem 3 km sobre as águas cristalinas do rio Itatinga. É uma experiência única para contemplar a floresta ao redor, além de observar animais, peixes, pequenas corredeiras e muitas bromélias. Terça a domingo das 8h30 às 17h

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Foto: Trilhas aquáticas

Cicloturismo

O visitante pode pedalar com sua própria bicicleta por antigas estradas localizadas às margens do rio Itatinga. O percurso de 10km tem belas paisagens e dá acesso a uma cachoeira, onde é possível se refrescar. Sábado e domingo das 8h30 às 17h

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Foto: Trilhas de bike

Camping

Para quem quer entrar mais em contato com a energia da mata, pode acampar dentro do parque, basta contratar uma das atividades do parque e pagar uma taxa diária de camping. É necessário levar a própria barraca. Terça a domingo das 17h às 8h.

 

Natural da Mata, uma atração à parte

O restaurante com forno a lenha e cheiros e sabores do interior. No cardápio, há receitas inovadoras e tradicionais que incluem taioba, frutos de cambuci, da palmeira juçara e outros ingredientes de produtores locais.Desde sua criação, a Natural da Mata recebeu orientações de grandes nomes da gastronomia brasileira, como a banqueteira Mazzô França Pinto e o Chef Alex Atala.

 

Visite:

Parque das Neblinas

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parquedasneblinas@ecofuturo.org.br

(11) 4724-0555 / 4724-0556

Vem com a Arterra Turismo conhecer esse lugar incrível, faremos a Trilha do Mirante:

Dia 28/10 sábado

Saída do metrô Tietê 7hs

Incluso: Transporte, guia de turismo, ingresso para o parque e guia local

Trilha: 11km entre 4hs e 5hs com paradas.

Clique no banner e saiba mais sobre o roteiro e reservas:

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Lendas urbanas de Paranapiacaba

Essa vila que em boa parte do tempo vive encoberta por uma névoa densa, traz histórias que para você que anda distraído caminhando por suas ruas, curtindo o festival do Cambuci ou um show do festival de inverno, nunca imaginaria que o local foi cenário para o primeiro episódio da série sobre o Zé do Caixão, interpretado por Mateus Nachtergaele, muito porque a paisagem ajuda: casarões seculares e sombrios, o imaginário de uma vila ferroviária com seu passado de trabalho duro e muitos acidentes fatais, a névoa e alguns moradores que reforçam as lendas urbanas da vila.

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A conhecida Vila Inglesa de Paranapiacaba, tem essa fama por ter sido erguida para o desenvolvimento de uma ferrovia para escoamento do café, que tinha do desafio de descer um declive acentuado de 800m de altura, descendo a Serra do Mar, para isso o trabalho e a tecnologia dos ingleses foi contratada na metade do século XIX. Assim, as construções e a organização inglesa de uma vila ferroviária, ficam aparentes ao caminhar por suas ruas. A vila pertence hoje ao município de Santo André.64b5e3f0af8d_01_paranapiacaba_vhm

É difícil dizer ao certo sobre a veracidade dos relatos, mas estando na vila, percebemos que as histórias partiram de algum evento real que desencadeou as lendas urbanas. Bem, verdade ou não, muitas histórias são de assustar:

1 O Relógio

O mito relata que houve um acidente envolvendo a colisão entre dois trens, pois o maquinista que partiu da Estação Ferroviária de Paranapiacaba ao olhar para o espelho retrovisor para checar a hora do embarque confundiu os número IV com o número VI, trocando assim o horário do embarque, provocando o choque com outro trem.  Por isso gerou a necessidade da troca do número romano IV por IIII, para eliminar uma futura “confusão”. O acidente provocou muitas mortes. Alguns ferroviários escutam sons de passos no cascalho próximo ao relógio mesmo à luz do dia.

Paranapiacaba - saiba a verdade por trás do famoso mito do relógio

2 Poço das Moças

A cachoeira leva este nome, pois reza a lenda que três moças haveriam morrido afogadas no lago. Um visitante acampou lá e relatou que durante a noite ouviu barulhos estranhos, como se alguém cortasse uma árvore com um machado. O evento costuma se repetir durante a noite no entorno do lago.

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3 O Guarda

Um guarda da ferrovia responsável pela ronda noturna que se comunicava com os moradores para saber se tudo estava bem em suas residências. Ele batia três vezes nas portas do fundo das casas e o morador deveria fazer o mesmo para dizer que estava tudo bem.
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Em uma noite ele foi assassinado, não se sabe o motivo. Mesmo após sua morte, alguns moradores afirmam que em algumas noites ouvem os três toques e que eles ainda respondem para que o espírito não entre em suas casas.

Quer conhecer mais lendas e caminhar em locais misteriosos de Paranapiacaba?

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Cafés bares e restaurantes em espaços culturais

É sempre bom, para tirar o estresse da semana seguir com o projeto de sair de casa e seja para aliviar o baque da semana ou mesmo complementar um programa cultural, vão aí algumas dicas para transformar aquela hora do lanche em coadjuvante que merece o Oscar.

Museus

1 – Vista Café

O recém inaugurado, o Vista Café funciona no edifício do MAC, o Museu de Arte Contemporânea da USP, próximo da ponte Cecílio Matarazzo, com vista para o Parque do Ibirapuera, agrada muito por seu conceito urbano moderno. Nos pratos principais, uma opção vegetariana, de carne e de frutos do mar, acompanha entrada e sobremesa. Alguns pratos e sobremesas tem opção vegana.

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O que fazer antes?

Curtir o MAC que possui  obras de Modigliani, Anita Malfatti, Di Cavalcanti, Picasso, Tarsila do Amaral e Kandinsky e outros.

Quartas,  Quintas,  Sextas,  Sábados e  Domingos das 10:00 às 18:00 Terças das 10:00 às 21:00

orange-pin-png-20Avenida Pedro Álvares Cabral, 1301 Parque Ibirapuera   (11) 2648-029920228286_480144115670510_452693118547691124_n

2 – Chez Mis

Um restaurante mediterrâneo, com uma bela iluminação natural atrai quem curte arte e um ambiente moderno. Os pratos variam entre R$ 50 e R$ 100 e trazem opções da gastronomia europeia com frutos do mar, carnes e massas.

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O que fazer antes?

O Museu da Imagem  e do Som, administrado pelo governo do estado, possui uma programação intensa de exposições, teatro, música, palestras e workshops, sendo praticamente um centro cultural. Conta com um acervo de mais de 200 mil itens como fotografias, filmes, vídeos e cartazes.

De terça a sexta-feira, das 12h às 15h e das 18h à 1h.
Sábado das 12h às 2h.
Domingo das 13h à 0h.

orange-pin-png-20Avenida Europa, 158, Jardim Europa  (11) 3467-3411

3 – Bistrô Mam

No Jardim das Esculturas, no espaço externo do MAM Museu de Arte Moderna o Restaurante do MAM é uma ótima opção, possui também uma cafeteria e serve almoço no formato de buffet à vontade, porém o destaque é para a qualidade e sabor incríveis. A vista para o jardim e para a Oca ficam garantidas pela parede de vidro que traz uma iluminação agradável.

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O que fazer antes?

O MAM possui um dos melhores acervos de arte moderna do Brasil, além de biblioteca com acervo especializado e possui cursos e workshops na áreas de artes visuais, literatura, filosofia e outros.

Terça a domingo e feriado. Fechado às segundas, mesmo esta sendo feriado.
Cafeteria 11h – 16h
Almoço formato buffet
• Semana 12h – 16h
• Final de semana 12h30 – 16h

orange-pin-png-20Avenida Pedro Álvares Cabral, portão 3. Parque Ibirapuera  (11) 5085-1306

4 – Flor Café

O Flor Café fica dentro do edifício da Pinacoteca de São Paulo e possui tortas, saladas e sanduíches e você pode saborear tudo isso nas mesas da área externa que tem uma bela vista para o Parque da Luz.

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O que fazer antes?

O acervo da Pinacoteca impressiona com cerca de 4 mil peças com trabalhos de artistas paulistas como Almeida Júnior, Pedro Alexandrino e Oscar Pereira da Silva, e também abriga obras representativas de Cândido Portinari, Anita Malfatti, Victor Brecheret, Tarsila do Amaral e Di Cavalcanti, abriga exposições temporárias também.  Seu  edifício também encanta, foi projetado por Ramos de Azevedo no fim do século XIX.

De quarta a segunda (fechado terça)  das 10:00 às 18:00

orange-pin-png-20Praça da Luz, 2 – Luz Tel.: 3313.1583

Teatro

5 –  Parlapatões

Conhecido ponto de atores e artistas da cena paulistana. O bar em si é bem simples no cardápio, que serve praticamente bebidas, mas o espaço em plena a Praça Roosevelt, possui uma vizinhança ativa de vários teatros alternativos da cidade. O bar é ótimo para um esquenta antes de um espetáculo ou mesmo para prolongar a noite, aqui não tem hora, algumas peças começam a meia-noite. Aos fins de semana fica bem cheio, principalmente antes dos espetáculos.

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O que fazer antes?

Além de assistir a cena underground do teatro paulistano, o Parlapatões possui diversos cursos para atores e não atores nas modalidades de circo, teatro e dança.

orange-pin-png-20Praça Franklin Roosevelt, 158 – Consolação (11) 3258-4449

6 –  Salão dos Arcos

Esse ainda não abriu mas vale a pena destacar pois a previsão de inauguração ainda é para esse ano. O Subsolo do Theatro Municipal abriga os arcos que dão sustentação à todo o edifício. O espaço se transformará no Bar dos Arcos, com seus 340 m²  que  será ocupado por sofás, mesas coletivas e dois bares. O local já teve em maio algumas festas fechadas de marca de bebida para testar o modelo e agora está em obras para a inauguração.

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O que fazer antes?

O Theatro Municipal tem uma programação ativa de dança, ópera e música clássica, e é  imperdível  assistir um espetáculo para conhecer sua decoração suntuosa ou fazer a visita monitorada gratuita.

orange-pin-png-20Praça Ramos de Azevedo, s/nº Sé   (11) 3053 2090

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7 – Central Caos

Espaço que ficou famoso quando estava sediado na Rua Augusta o Caos bar, foi tema de uma série do canal History Channel Brasil, a loja de antiguidades com mais de 1000 produtos para venda ou locação que funciona pela manhã dá lugar a um bar super estiloso, agora rebatizado de Central Caos, ganhou mais espaço que o antigo número 584 da Augusta.  E a cozinha, orgânica, vegetariana e sem frituras.

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Terça a sábado das 12h a 1h

orange-pin-png-20Rua General Júlio Marcondes Salgado, 321 – Santa Cecília

 

8 –  Mirante 9 de Julho

Um espaço multicultural  e alternativo da cidade que une exibição de cinema ao ar livre, balada, cafeteria e uma galeria subterrânea que apesar de claustrofóbica vale a pena visitar. O carro chefe são os cafés variados e de boa qualidade servidos na cafeteria Isto é Café.

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orange-pin-png-20Rua Carlos Comenale, s/n, atrás do Masp (11) 3111-6342

9 –  Armazém da Cidade

Point da Vila Madalena é um coletivo de diversos artesãos e de lanchonetes dentro de um armazém que recebe música ao vivo aos fins de semana, o ambiente é alternativo, não possui mesas mas faz a diversão de quem vai atrás de diversidade culinária e música, dá para encontrar o sorvete na chapa (uma camada fina enrolada de sorvete servida no pote) e a Arepa Colombiana (uma massa que pode rechear com uma diversidade de carnes e condimentos) e cervejas artesanais. Isso no coração da Street Art paulistana,  a poucos metros do Beco do Batman.

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orange-pin-png-20Medeiros de Albuquerque, 270 – Jardim das Bandeiras

 

Um oásis de cor perto de SP

E é quando mais estamos despretensiosos é quando coisas significativas acontecem. E apesar de saber que Campos do Jordão vive surpreendendo, sempre mostrando um caminho diferente, dessa vez o impacto foi altíssimo. O parque Amantikir, incrustado na serra da Mantiqueira, retribuiu mais que as expectativas de um dia que já havia sido muito proveitoso conhecendo o bairro do Alto da Boa Vista, o belo Palácio de Inverno do Governador e o Museu Felícia Leirner, lá no museu ouvi falar sobre um parque com diversos jardins e que não era muito longe, curioso, fui conferir de perto. Peguei um táxi e depois de passamos por estradas estreitas e sinuosas, chegamos na recepção do parque, uma bela casinha branca, singela que esconde um oásis de cor e beleza com seus 26 jardins inspirados em diversas culturas, para citar algumas: alemã, chinesa, japonesa, francesa, austríaca entre outras.

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Inaugurado em 2007 conta com 700 tipos de plantas distribuídos em 60.000m² em meio a lindos mirantes da serra da Mantiqueira, nos quais é possível ver a sinuosidade da rodovia Floriano Rodrigues Pinheiro que dá acesso a Campos do Jordão.

Um dos jardins de destaque é o Labirinto, no qual é possível mesmo se perder, as plantas altas impedem ver o que há atrás o que torna tudo mais interessante.

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A partir dessa descoberta começamos a levar grupos para conhecer esse local que apesar de ter ganhado muita visibilidade nas últimas temporadas, ainda não é muito conhecido. O local ainda conta com restaurante e  loja de souvenires.

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O belo pôr do sol na serra da Mantiqueira no ponto mais alto do parque é uma atração à parte.

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Venha conhecer com a Arterra Turismo!

Clique na imagem abaixo e conheça nosso roteiro:

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Holi, o festival das cores no Anhembi

Um super evento de tradição indiana toma conta do complexo do Anhembi neste sábado dia 16/09, rompendo o jejum de dois anos sem o festival em São Paulo, que desde 2012 estava recebendo edições anuais do evento.  A tradição  tem seu sentido baseado na comemoração da primavera e das boas energias fortalecidas, o Holi também tem o sentido de integração e unidade da sociedade, onde todos se juntam para se mostrar da mesma forma, com a explosão de cores, todos pertencem a todas as formas de existir.

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Foto: Holi em Vrindavan, India.

Neste ano, afim de prezar pelo sentido maior da tradição indiana, o festival terá três partes: em sua abertura com meditação, aulas de yoga e mantras, a segunda parte com o festa com o pó colorido e a terceira parte com música eletrônica.

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Foto: Holi no Parque do Ibirapuera em 2015

Visite:

16/09 Sábado

Das 10h às 20h

Sambódromo do Anhembi

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O acesso gratuito está esgotado, segue os valores do site de venda antecipada: https://www.ingresse.com/holi2017

Valores:

Kit 5 (HOLI-PASS* + 5 saquinhos de pó colorido) – R$ 20

Kit 8 (HOLI-PASS* + 8 saquinhos de pó colorido) – R$ 30,40

Kit 12 (HOLI-PASS* + 12 saquinhos de pó colorido) – R$ 42

Kit 5 (HOLI-PASS* + 5 saquinhos de pó colorido + Camiseta) – R$ 70

Kit 8 (HOLI-PASS* + 8 saquinhos de pó colorido + Camiseta) – R$ 75,40

Kit 12 (HOLI-PASS* + 12 saquinhos de pó colorido + Camiseta) – R$ 84